Protocolo publicado · referência externa
Anthurium andraeanum cv. ‘Calypso’
Regeneração a partir de explantes foliares, organizada no formato documental do BiofloraLab. O protocolo abaixo é uma síntese da publicação; qualquer adaptação local precisa ser marcada como adaptação ou experimento.
Published protocol · external reference. Leaf-explant regeneration organized in the BiofloraLab documentation format.
Anthurium andraeanum cv. ‘Calypso’
Desinfestação superficial
Still Air Box
- Enxaguar cada explante em recipiente próprio com água estéril.
- Remover tecido danificado com instrumento estéril.
- Posicionar o explante no meio sem submergir totalmente.
- Registrar número de enxágues, lote e tempo de manipulação.
Capela de fluxo laminar
- Organizar materiais no sentido do fluxo, sem bloquear a grelha.
- Usar pinça e bisturi estéreis para o corte final.
- Transferir ao meio e fechar imediatamente o recipiente.
- Registrar o método usado; os dois ambientes não são equivalentes.
Fonte: a publicação descreve pré-tratamento, lavagem, álcool 96% por 30 s, hipoclorito comercial e enxágues estéreis. Concentração de cloro ativo, marca e tempo devem ser conferidos antes de qualquer adaptação.
Formulação por fase · 1 litro
| Componente | Estabelecimento · Fase I | Multiplicação · Fase II | Enraizamento · Fase III |
|---|---|---|---|
| MS | MS 1× | MS 1× | MS ½× (referência inicial) |
| Sacarose | 30 g/L | 30 g/L | 30 g/L |
| BAP | 5 mg/L | 5 mg/L | — |
| ANA/NAA | 0,10 mg/L | 0,10 mg/L | 0,50 mg/L |
| AIB/IBA | — | — | 0,20 mg/L |
| Gelificante | Conforme a fonte | Conforme a fonte | Conforme a fonte |
| pH | Registrar antes/depois da esterilização | Registrar antes/depois da esterilização | Registrar antes/depois da esterilização |
Leitura didática: BAP é citocinina; ANA/NAA e AIB/IBA são auxinas. A relação entre elas é um modelo para interpretar a hipótese do protocolo, não uma lei universal.
1 · Espécie, explante e origem
Espécie: Anthurium andraeanum cv. ‘Calypso’. Explante: folhas jovens, expandidas, com nervura central; o vídeo de referência descreve fragmentos de aproximadamente 2 × 2 cm. A idade fisiológica e a origem da planta matriz devem ser registradas em cada ensaio.
2 · Desinfestação superficial (fonte)
A sequência descrita na fonte inclui pré-tratamento, lavagem com detergente, álcool 96% por 30 s, hipoclorito de sódio comercial por 10 min e enxágues com água destilada estéril. O produto comercial e o cloro ativo devem ser anotados; não tratar concentrações de marcas diferentes como equivalentes.
Manipulação: Still Air Box e capela de fluxo laminar são ambientes distintos. A ficha deve registrar qual foi usado; não usar chama dentro de uma Still Air Box.
3 · Formulação por fase
| Fase | Meio e componentes |
|---|---|
| Estabelecimento — Fase I | MS 1×; sacarose 30 g/L; Gelrite 2,2 g/L; água de coco 150 mL/L; pH 6,0 antes da esterilização. A combinação hormonal deve ser registrada conforme o tratamento da fonte. |
| Multiplicação — Fase II | Transferência dos tecidos responsivos para meio de brotação. Registrar regulador, concentração, intervalo de repicagem e número de brotos por explante. |
| Enraizamento — Fase III | Meio de raízes sem assumir uma receita universal. Registrar auxina, concentração, tempo de exposição e critério usado para a transferência. |
| Aclimatização — Fase IV | Substrato, umidade, luz e sobrevivência devem ser medidos e fotografados; não há resultado BiofloraLab publicado nesta ficha. |
4 · Condições de cultivo
Indução de calos: escuro total por 45 dias a 25 ± 2 °C. Regeneração posterior: fotoperíodo de 16 h de luz / 8 h de escuro, com desenvolvimento observado por 3–6 meses na descrição do vídeo. Intensidade luminosa, lote do meio e recipiente devem ser registrados se o ensaio for reproduzido.
5 · Cronograma e observações
| Etapa | Registro obrigatório |
|---|---|
| Inoculação | Corte, orientação e profundidade do explante |
| Estabelecimento | Tempo até a primeira avaliação e contaminação |
| Multiplicação | Intervalo entre repicagens, brotos e oxidação |
| Enraizamento | Critério de transferência e raízes observadas |
| Aclimatização | Substrato, umidade, luz e sobrevivência |
6 · Por que esta combinação hormonal?
Como modelo didático, citocinina maior que auxina tende a favorecer brotação; proporções próximas podem favorecer calogênese; auxina maior pode favorecer raízes. BAP é citocinina; ANA/NAA e AIB/IBA são auxinas. Água de coco tem composição variável. Isso não é uma lei universal: resposta depende da espécie, explante, meio, luz e tempo de exposição.
Fontes e classificação
- López-Puc, G.; Rodríguez-Buenfil, I. M. (2017). Morphogenesis and plant regeneration from Anthurium andreanum cv. Calypso leaf explant. African Journal of Biotechnology 16(44), 2092–2099. DOI 10.5897/AJB2015.14710 ↗
- Vídeo de referência: Taller: Micropropagación de Anturios ↗
Estado: síntese de protocolo publicado; não é resultado próprio do BiofloraLab. Próxima etapa: registrar uma adaptação local somente com dados brutos, fotos e taxa de contaminação.